Tudo no bowl: comida servida em tigelas é a nova tendência gastronômica

Sugestão do Bio: fraldinha com mexidinho (foto: Marcos Reis/Divulgação)

Já reparou como as tigelas, há tempos usadas para servir iogurtes, saladas de frutas ou açaí, estão em toda parte? O recipiente deixou de ser uma exclusividade das refeições matinais e passou a nos acompanhar também no almoço, no lanche e até no jantar, dando um charme especial a estes momentos. A tradição é milenar para os orientais, com seus costumes carregados de simbolismos. Na China, nas refeições em família, um bowl grande fica no centro da mesa e os comensais ao redor, de hashi ou colher em punho, para se servirem. Na Coréia do Sul, é comum as pessoas dividirem a comida no sentido mais literal: comendo na mesma cumbuca.

Recentemente, a moda dos pokes, prato de origem havaiana que consiste numa espécie de temaki no pote, deu ainda mais força ao hábito de comer em tigelas, que acabou extrapolado para outras especialidades. Isso porque, além de ajudarem a controlar a quantidade das porções, eles são versáteis, podendo servir de saladas a carnes, passando por massas. Também são mais fáceis de transportar e acomodam bem na mão na hora de comer em pé.

Picadinho no bowl do SubAstor (foto: Ricardo D’Angelo/Divulgação)

Novidade na capital paulista, o Bauli Bowls aposta todas as fichas na tendência – 90% de suas receitas são servidas em cumbucas. Empreitada da influenciadora fit Gabriela Pugliesi com sua irmã, Marcella Minelli, e outras duas sócias, a casa prepara pratos saudáveis, como a salada fish, composta de mix de folhas, cenoura ralada, miniberinjela, abobrinha grelhada, amêndoas laminadas e salmão ou atum. Também em São Paulo, o badalado bar SubAstor, onde as estrelas são os drinques, usa os bowls para servir pratos em porções adequadas para quem está bebendo e não quer perder o foco. Um exemplo é a versão míni do clássico picadinho (filé-mignon cortado na ponta de faca, pastel de queijo, ovo frito, banana à milanesa e farofa; R$ 33,00). No restaurante Bio, casa de comida leve do chex Alex Atala, a fraldinha fatiada vem numa tigela de cerâmica escoltada por mexidinho de arroz cateto com queijos brasileiros e folhas tostadas (R$ 61,00).

Curry de frango do Zazá Bistrô Tropical (foto: Gabriela Temer/Divulgação)

No Zazá Bistrô Tropical, no Rio, além do poke de atum (R$ 59,00), vem também na tigelinha branca o frango orgânico laqueado no mel e balsâmico, acompanhado de quinoa, tomatinhos, agrião e amêndoas (R$ 59,00). Outra dica, o curry de frango orgânico, com legumes, cogumelos, capim santo, limão kafir, gengibre ao leite de coco e banana (R$ 79,00), chega numa porcelana azul ao lado de arroz jasmim com damasco e castanhas. Também no Rio, o Meza Bar anteviu esta tendência há tempos. Desde a abertura, em 2008, a casa divide seus pratos principais em três faixas de preços, determinadas pela cor do bowl – verde, laranja ou vermelho. Dentro deles, delícias como quinoa com queijo feta, amêndoas tostadas, abobrinhas, espetinho de camarão (R$ 26,00); moqueca de pupunha fresca e castanhas, farofa de gengibre e perfume de limão (R$ 30,00) ou arroz jambalaya com camarão e linguiça mineira (R$ 32,00). Escolhendo um de cada cor, pagam-se R$ 79,00.

Este conteúdo é um oferecimento do Weseek Food, a maior rede social para os amantes da gastronomia.

Acesse as melhores dicas de restaurantes, bares e comidinhas através do site do Weseek Food

Para fazer suas avaliações, baixe o aplicativo na App Store ou no Google Play.